Não vendemos teoria nem deixamos um PDF na sua mão. Instalamos o sistema, operamos junto e medimos em caixa. Tudo começa por um diagnóstico gratuito da sua parte 2 do funil.
Cada etapa entrega valor por si só — você pode parar, mas raramente quer. O diagnóstico já revela quanto de receita está parada; a partir daí, o sistema só ganha tração.
Antes de propor qualquer coisa, olhamos os números da sua base: LTV atual, churn, recompra e a saúde da parte 2 do funil. Você sai do diagnóstico sabendo, em reais, quanto está sendo deixado na mesa.
Com o diagnóstico na mão, priorizamos quais serviços do ecossistema atacam o maior vazamento — e qual será o indicador que vai reger a operação. Nada de fazer tudo ao mesmo tempo: começamos pelo que paga a conta mais rápido.
A Engage LTV Platform é integrada às suas fontes de dados e os primeiros playbooks de retenção e expansão entram no ar. Em 30 a 60 dias você tem a parte 2 do funil instrumentada — RFV, health score e réguas rodando.
No modelo de co-execução, o squad da Engage opera retenção e expansão ao lado do seu time — ou por completo, no outsourcing. Cada movimento é guiado pelos indicadores da plataforma, não por achismo.
Com a base estabilizada, ativamos novas frentes — comunidade, indicação, tecnologia sob medida — para multiplicar o LTV. O sistema vira um motor que cresce de receita conforme a sua base cresce.
Retenção não é mágica de um dia — mas os primeiros sinais vêm rápido. Uma trajetória típica de quem instala o sistema.
O diagnóstico revela, em reais, a receita parada na base e onde ela vaza.
Plataforma conectada, playbooks rodando e os primeiros riscos de churn endereçados.
Recompra e expansão começam a aparecer no caixa. Churn em queda mensurável.
NRR acima de 100%, base como canal estável de receita e ganhos compostos.
O que sai do jeito antigo de operar — e o que entra quando o sistema está instalado.
Não somos uma consultoria de slide. A forma como trabalhamos é parte do resultado.
Nenhuma ação de retenção ou experiência existe sem um indicador financeiro atrelado. Se não move LTV, NRR ou recompra, não entra no plano.
Co-execução de verdade. O squad da Engage opera ao lado do seu time — ou por ele — em vez de entregar um relatório e desaparecer.
Instalamos algo que continua rodando depois que saímos. O objetivo é deixar uma máquina de receita, não uma dependência da consultoria.
NRR mede se a receita da sua base atual está crescendo ou encolhendo, sem contar cliente novo. Soma-se a receita inicial à expansão, subtrai-se cancelamento e downgrade, e divide-se pelo ponto de partida. Acima de 100%, a sua base cresce sozinha.
RFV cruza três sinais de cada cliente: recência (há quanto tempo comprou), frequência (com que regularidade compra) e valor (quanto gasta). Esse cruzamento mostra quem está saudável, quem está esfriando e quem precisa de ação agora. Na Engage, ele é um dos componentes do Customer Score.
NPS mede satisfação num momento isolado, geralmente com uma pergunta. O Customer Score cruza 8 dimensões de comportamento e relacionamento para mostrar a saúde real do cliente de forma contínua, não uma fotografia única.
Churn é o número de clientes perdidos dividido pelo total no início do período. Não existe número universal "bom": o que importa é a tendência caindo ao longo do tempo, sinal de que a operação está funcionando.
Não. CRM registra contato e histórico. A metodologia da Engage usa esses dados para decidir e agir, trabalhando em conjunto com o que você já usa.